sexta-feira, 14 de novembro de 2008

CACTO E FLORES


Há alguns anos uma amiga muito especial (obrigado, Mirian) me deu um cartão. Havia nele a figura de um cacto emoldurada por uma área desértica, banhada com um sol forte. No cacto havia uma flor de cor viva, e no verso do cartão uma frase: “nenhum cacto é tão compacto que não dê lugar as flores.”

Aquela era uma mensagem muito importante, que naquele instante foi dita DE UMA OUTRA FORMA e que foi resgatada por minha memória como um bálsamo para aliviar a pressão de um momento muito difícil. Coisas assim acontecem todos os dias, mas nem sempre estamos atentos o suficiente para receber este milagroso remédio e aproveitar seus efeitos calmantes, estimulantes e revigorantes. Precisamos abrir os olhos para as flores quando estamos cercados pelos cactos espinhosos de um dia difícil.

Quero dar um exemplo pessoal. Estou vivendo dias amargos, pressionado por uma decisão que preciso tomar. Parece que qualquer caminho que eu escolha vai me conduzir a uma imensa plantação de cactos espinhosos, onde fatalmente vou me arranhar... Pressões comuns ao mundo do trabalho, mas desconhecidas de alguém que gosta extremamente das pessoas. Pressão que sofre alguém que ouve as pessoas e descobre que existe uma clara divisão de pensamentos sobre o que deve acontecer. São pessoas que aconselham, que argumentam, que intercedem e que se preocupam, mas que por mais que queiram não podem assumir as conseqüências da decisão junto comigo.

Coisas deste tipo roubam a alegria. Decisões assim ficam piores quando há pressão do tempo, quando um prazo imposto se apresenta e quando o som do relógio e o cair das folhas do calendário parecem acelerados... Não deviam existir situações de trabalho onde o melhor a ser feito pela lógica seja justamente o pior a ser feito no entender dos sentimentos. Mais coisas assim existem, e brincam com nossa auto-estima, enfraquecem nossa confiança e nos causam medo de magoar, de ser magoado, de estar agindo certo, de estar fazendo realmente o melhor...

Cactos, cactos e mais cactos em um deserto assolador. Aí, de repente, quando você se sente oprimido e arranhado começa a pensar em como precisa da ajuda de Deus...

Um anjinho chamado Luana, com 4 aninhos foi a ajuda que o bom Deus me enviou. Trabalho em uma escola, e ao final das aulas gosto de dar volta pelo pátio. Ela veio correndo quando me viu, e disse a frase que estendeu a escada para meu colo: “Tô querendo você. Me pega?” com os bracinhos pra cima e a carinha mais confiante do mundo. Fiquei ali, conversando com as professoras e com a pequenina nos braços...

Depois de algum tempo, ela olhou pra mim e perguntou se eu tinha uma filha pequena. Eu disse não. Perguntou se eu tinha uma filha grande, e eu disse que não (apesar de ter amigas tão queridas e especiais que são como filhas de muita consideração). Luana ficou me olhando e disse que se eu quisesse ela podia ser minha filha um pouquinho... Falou que sou cheiroso (depois de um dia inteiro de trabalho) e que meu colo era muito bom... Quando menos se espera Deus te mostra uma flor brotando em meio ao cacto mais feio e seco...

Meu medo de não ser compreendido sumiu. Minha ansiedade pelo que as pessoas possam pensar de minha decisão desapareceu. Meu compromisso em ser transparente se apresentou com força total. Minha decisão de gostar das pessoas e procurar resolver as situações ruins armado de amor e de fé ficou ainda mais firme.

“Nenhum cacto é tão compacto que não dê lugar às flores” é uma excelente forma de dizer que situações difíceis não devem abalar a certeza que você tem da pessoa que é. As decisões podem ser difíceis e você pode estar inseguro, pode até mesmo errar e sofrer as conseqüências de uma escolha equivocada, e fazer sofrer pessoas que gosta, mas você não pode se omitir. Uma flor brotando em um cacto é uma mensagem de Deus que pode estar querendo dizer que onde existe amor sincero, você é visto por Ele e pelas pessoas que te cercam pelo que você é realmente.

Lembre-se de fazer sempre a distinção entre o que você é e o que você faz. Aí pode estar a chave para o perdão a si mesmo e uma vida de autoconfiança. Pense nisto.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Onde estão as coisas profundas?

A imagem acima me fez pensar em profundidade. Alguns dicionários trazem como sinônimo de profundidade a profundeza. Tanto uma como outra palavra, além de indicar de forma direta a distância entre a superfície e o fundo, também indicam, em sentido figurado, algo que seja intenso, muito forte ou íntimo. Por isso dizemos que conhecemos alguém profundamente quando queremos expressar nossa intimidade, ou falamos de um sentimento profundo quando o que sentimos é muito forte, muito intenso.
A idéia transmitida pela imagem faz com que muita gente tema coisas profundas. Pensamos em afundar, em afogar, em perder contato com a realidade... Mas o que se aplica a rios profundos, mares profundos, cavernas profundas, selvas profundas talvez não se aplique a relacionamentos e sentimentos. Vamos falar de profundidade DE UMA OUTRA FORMA.
Estamos vivendo uma época de muita superficialidade. Onde estão as coisas profundas? Quando falo de coisas profundas estou me referindo àquilo que encanta. Pense um pouco e veja se consegue se lembrar da última vez que viu algo que o deixou encantado, extasiado, boquiaberto. Conseguiu? Faz muito tempo? É algo comum? Se você é um pouco como eu, talvez nem consiga se lembrar...
Parece que tudo se tornou muito banal, muito comum. Mesmo as invenções mais mirabolantes já não nos deixam encantados. Apenas, de algum modo, sabíamos que iriam aparecer estas coisas. Muito diferente da sensação que tiveram as pessoas que acompanharam Santos Dumond voar no 14 bis (espanto) nós não nos assustamos quando ouvimos a divulgação de jatos que ultrapassam a barreira do som ou de computadores que cabem no bolso.
E ficar encantado faz tão bem ao espírito... Esta onda de superficialidade afetou a forma como sentimos, como crescemos e como nos relacionamos. Nossas amizades já não são tão profundas, nosso namoro já não é assim, e consequentemente as famílias estão deixando de ter laços profundos...
Você talvez sinta uma imensa dificuldade de encontrar um amigo com quem possa falar com sinceridade e tranquilidade sobre as coisas mais íntimas de seu coração. Falar de seus erros, daquilo que te envergonha, daquilo que te priva da felicidade. É difícil encontrar alguém assim porque nossas amizades (talvez) estejam muito superficiais.
O namoro pula etapas e chega rápido demais ao contato sexual íntimo, sem que os corações tenham se conhecido intimamente. Os casamentos começam já com a alternativa do divórcio como solução rápida para qualquer desentendimento, e isso é superficial. Pais e filhos não passam tempo de qualidade juntos e criam uma relação de responsabilidade que é tudo, menos profunda.
Onde estão nossos relacionamentos profundos? Sinto que precisamos muito deles, mas estamos deixando de criá-los. Por isso vivemos uma vida sem encanto. Apesar de algum perigo, você já parou pra pensar como as coisas profundas são fascinantes? Rios profundos são misteriosos, cavernas profundas mexem com nossa imaginação e nos convidam a explorar, a nos aventurar. Mares profundos são símbolo de complexidade, e mergulhar em águas profundas requer coragem e vontade de descobrir coisas fantásticas. Florestas e selvas profundas desafiam os mais ousados e revelam maravilhas da natureza... Coisas profundas nos atraem, nos encantam, nos desafiam.
Pessoas profundas fazem o mesmo efeito. Pessoas que tem algo a dizer, que aprenderam muito da vida, que sabem de coisas que não imaginamos... Para aprender de pessoas profundas, precisamos de relacionamentos profundos, que ultrapassem em muito aquele papo sobre trivialidades, sobre filmes e novelas, sobre clima e trabalho.
Procure pessoas profundas, tenha relacionamentos profundos e você vai experimentar o encantamento que falta para dar sabor aos dias e dar significado e propósito a qualquer coisa que você queira realizar. Comece consigo mesmo, explorando profundamente quem você é. Não tenha medo de explorar sua história, e comece a explorar a história dos outros. Um relacionamento (ou mais de um relacionamento) profundo pode fazer com que você veja a vida com outros olhos. Pense nisto.

sábado, 8 de novembro de 2008

Desafios


Sou uma pessoa comum, mas uma pessoa comum muito abençoada. Tenho amigos que me oferecem tesouros magníficos, maravilhosos, mágicos com uma naturalidade tão grande que chega a ser difícil acreditar.

Estive em Belo Horizonte (minha cidade natal) entre os dias 1 e 4 de novembro e tive a felicidade de ver vários amigos queridos. Foi muito bom poder falar, ouvir, brincar e principalmente abraçar de forma carinhosa estas pessoas que fazem minha vida ser bem mais completa e feliz.

Uma dessas pessoas (uma amiga muito meiga) me disse que sempre abre este espaço, sempre medita em minhas “filosofanças” e que sempre aprecia pensar as coisas DE UMA OUTRA FORMA. Eu não sabia que ela visitava este blog e foi maravilhoso saber. “Eu sempre leio, mas nunca comento”, foi o que ela me confidenciou. Adorei saber que meus pensamentos ajudam a esta amiga tão querida.

Mas fiquei em dívida. Uma visitante assídua como esta amiga se revelou, me cobrou postagens. Realmente, eu confesso, tenho sido demorado em expor pensamentos e reflexões, e uma vez que eu deva (e devo), não posso deixar de pagar.

Então, para esta minha amiga (homenagem especial, viu?) queria sugerir que ela, e que você que bondosamente me acompanha, pensem por um momento nos desafios da vida. Talvez um bom exemplo seja o desafio de deixar a família, de tentar construir um sonho longe de casa, de começar de novo onde tudo é novidade, inclusive as pessoas. Pense bem: um lugar onde ninguém te conhece.

Dá medo. Mas é sua chance de ser diferente! Se você sempre foi tímido, pode agora assumir o papel de alguém que adora os holofotes. Se foi sempre aquela pessoa que ficava na platéia, pode agora subir ao palco. Se usava cores sóbrias, agora pode usar roupas alegres. Ninguém te conhece, e esta seria sua chance de experimentar novos sabores sem aqueles olhares que parecem dizer “Ei!? O que aconteceu com você?”.

Desafios quase sempre revelam talentos que nem sabíamos possuir. Um novo emprego, uma chance de falar a um grande público, ou mesmo uma volta radical numa enorme montanha russa... Os desafios nos possibilitam crescer em muitos aspectos.

Alguns desafios são impostos pela vida. Simplesmente aparecem e esperam que façamos algo. Estes nos ajudam a testar nosso potencial e a aprender. Mas existe uma classe de desafios muito melhor do que estes: OS DESAFIOS ESCOLHIDOS. Você escolhe fazer algo novo, desafiante, que de alguma maneira possa ampliar seus horizontes e te trazer felicidade.

Uma coisa maravilhosa que desafios escolhidos fazem por nós é mudar um pouco a pessoa que somos. E isso muda tudo! Afinal, segundo Anäis Nin, nós não vemos as coisas como elas são, nós as vemos como nós somos. Você entende o que é isso? Vencer um desafio muda você, e quando você muda de alguém que achava que não podia para alguém que tem certeza que pode, tudo a sua volta (em função da sua nova visão de si mesmo) muda também! Não é a toa que a Bíblia enfatiza que o ideal de Deus para nós e transformação radical, de pensamento e de atitude, tendo Cristo como modelo.

Desafios fazem com que nos sintamos ricos (milionários!!!!). Não é mais uma questão de possuir coisas, mas de sentir que não precisamos mais delas. Segundo as palavras de Kant não somos ricos pelo que temos, mas sim pelo que não precisamos ter. Desafios nos mostram que não precisamos temer, que não precisamos mentir, que não precisamos fugir, que não precisamos nos esconder, porque mesmo quando não os vencemos os desafios nos fazem mais fortes.

Há uma linda canção de Mariah Carey que fala disso. O título é bastante sugestivo: Hero. Ou, em nossa língua, HERÓI. Ela afirma aquilo que muitos e muitos outros já disseram e que muitos de nós já descobrimos: nos momentos mais difíceis, se olharmos DE UMA OUTRA FORMA, descobriremos que somos (e seremos muitas vezes) HERÓIS! A canção (traduzida) é mais ou menos assim:


"Existe um herói se você olhar dentro de seu coração. Não precisa ter medo do que você é. Existe uma resposta se você procurar dentro de sua alma. E a tristeza que você conhece irá desaparecer, e então um Herói surgirá com a força para prosseguir. E você deixará seus medos de lado e saberá que pode sobreviver. E quando sentir que sua esperança se foi, olhe dentro de si e seja forte. E finalmente verá a verdade que existe um Herói em você. É um longo caminho quando você encara o mundo sozinho. Ninguém estende uma mão para você segurar. Você pode encontrar o amor se procurá-lo dentro de si mesmo. E o vazio que sentia irá desaparecer. Só Deus sabe como é difícil ir atrás dos sonhos, mas não deixe ninguém destruí-los. Se mantenha firme e haverá um amanhã. No tempo certo você achará o caminho..."
Se puder, escute esta canção, pense nos desafios que você pode escolher e que farão de você um herói ou heroína... Sempre DE UMA OUTRA FORMA, é claro. Pense nisto.

Para bom entendedor...



Imagine a história a seguir. Mas imagine mesmo. Use todos os seus sentidos para formar um quadro mental bem vivo. Visualize cores, sinta os aromas e cheiros, procure imaginar a textura dos objetos e ouvir os sons de cada ambiente da história. Procure enxergar os rostos, os olhares e até mesmo sentir o calor das pessoas. Deixe que os sentimentos dos personagens vibrem em você. Por favor, procure fazer isso para aproveitar ao máximo esta história. Ou, em outras palavras, procure aprender desta história DE UMA OUTRA FORMA...

Um certo alguém tinha (ou tem) uma amigo chamado Alonso. Era (ou é) um amigo de muito tempo. Sabe aquelas pessoas que estão na nossa vida de forma tão intensa e tão constante que a gente nem sabe bem quando nossa amizade começou? Alonso era uma destas pessoas na vida deste alguém.

Se existe uma palavra que descreva bem Alonso, essa palavra é CHATO. Alonso era (ou é) muito chato. Ele diz coisas inoportunas, aparece nos momentos mais inadequados e não vai embora nunca... Ele enfatiza defeitos, conta cenas constrangedoras do passado, ridiculariza valores e fala mal das pessoas que fazem parte de seu dia a dia. Alonso fala alto nas festas, bate nas costas dos outros com tapas fortes e barulhentos, e nos restaurantes ou pizzarias chama atenção com piadas completamente inadequadas... Mesmo assim, alguém é amigo de Alonso.

Alonso nunca ajuda em nada. Ele nunca participa daqueles mutirões de pintura na casa nova de um amigo, nem da "vaquinha" pra pagar a pizza. Quando uma festa acaba, Alonso não faz o tipo discreto que vai embora um pouco antes para não ajudar na limpeza. Ele é aquele que se joga no sofá (com mãos sujas de gordura dos salgdinhos servidos e com um copo prestes a derramar refrigerante nas almofadas) e fica observando você limpar tudo. Algumas vezes ele reclama quando você pede que ele levante os pés para que possa passar a vassoura... Mesmo assim, alguém continua amigo de Alonso.

Se existem momentos de dor, Alonso nunca presenciou um. Ele é aquele tipo de amigo que não vai a velórios, não está presente na sala de espera de um hospital e não visita ninguém que esteja doente ou triste. Nas formaturas, Alonso é aquele que chega após a entrega dos diplomas, só para seguir a família até o local da festa... Mesmo assim, alguém insiste em ser amigo de Alonso.

Já viu aquelas pessoas que precisam muito de ajuda? Alonso é o primeiro da lista dos mais ajudados do mundo. Ele precisa que alguém o pegue em casa para as excursões ou passeios da turma, porque não consegue chegar a tempo. Ele precisa que alguém o ajude a escolher suas roupas, que o ajudem a fazer seus trabalhos de faculdade e precisa sempre de conselhos para seus problemas de trabalho. Alonso precisa de ajuda com as brigas que arruma, e precisa de dinheiro emprestado quase sempre (e quase sempre ele paga...). Alonso é completamente dependente. Mesmo assim, alguém desafia a lógica para ser amigo de Alonso.

Não dá pra dizer que Alonso era (ou é) uma pessoa legal. Ele não era (e não é). Sofria (ou sofre) de ataques terríveis de humor, ficava (ou fica) chateado por qualquer coisa. Meio rancoroso, um tanto ranzinza, sempre mandão. As coisas tinham que acontecer no seu tempo, do seu modo. Ele era (ou é) o tipo de amigo que vê nos outros uma interminável fonte de satisfação (de seus desejos e vontades, é claro). Mesmo assim, alguém contrariava toda a razão para ser amigo de Alonso.

No aniversário dos amigos, Alonso incomodava as pessoas. Ele não tinha discrição e não sabia o que era bom senso. Alonso não tinha (e não tem) dinheiro, então levava nos bolsos pratadas de salgados e doces, pedia um pedaço enorme do bolo (que ele mesmo cortava, e algumas vezes antes do aniversariante cortar...) e sempre subia em uma cadeira e gritava por alguém que pudesse dar uma carona até a porta de sua casa. Ele sempre dava um jeito de envergonhar seu amigo mais próximo. Mesmo assim, contra todas as leis da natureza, alguém permanecia amigo de Alonso.

Já no aniversário de Alonso, adivinha quem comparecia? Alguém que sempre insistia e perseverava em ser amigo de Alonso... Sabe-se lá por que...

Alonso não sabia (e não sabe) confortar, nem incentivar. Alonso não sabia (e continua não sabendo) aconselhar e muito menos defender alguém. A amizade de alguém era sempre (e é) muito boa para Alonso, mas a amizade de Alonso (convenhamos) nunca foi muito boa pra ninguém...

É uma história terrível, não? Ela faz pensar no quanto este amigo de Alonso é valoroso, e em como ele (ou ela) é bom, de coração aberto e mente iluminada. Mas eu queria sugerir que você pensasse DE UMA OUTRA FORMA. Imaginar que é difícil ser amigo de Alonso é muito fácil, difícil é se imaginar sendo um Alonso. Isso mesmo! Ter amigos é algo fascinante, mas ser um amigo (bom amigo ou boa amiga) é essencial para a felicidade (nossa e dos outros) e um fantástico modo de obter vitória, realização e de deixar um legado sólido, positivo e impactante.

Há um ditado que afirma que para o bom entendedor, uma palavra basta, ou que um pingo é letra. Então, pense: você está (ou esteve) sendo o Alonso da vida de alguém? Quantas vezes você tem sido como este Alonso da história (Existem outros Alonsos que são amigos maravilhosos) e sido uma amigo difícil de engolir? Repense suas atitudes, suas palavras e seu comportamento dos mais variados momentos. Seja alguém que irradia positividade, que atraia as pessoas com seu carinho desprendido e com sua forma leve de viver. Cuide de você e acredite: a melhor maneira de ter amigos, carinho, amor e sucesso é sendo uma pessoa fácil de gostar, com toda sinceridade e leveza. Seja esta pessoa. Pense nisto.